quarta-feira, 25 de abril de 2012

Parashá Tzav – Porção semanal da Torá



TZAV – “Ordena” – Levítico 6:1 a 9:1 1ª PARTE: (Levítico 6:1-6). 

 1.1 - O Eterno ordena acerca dos sacrifícios e mais uma vez começa com a oferta de Holocausto (Há Olá – Elevação)

 • Sacrifício pelo pecado e pela culpa: Recebemos perdão.
 • Oferta de adoração e agradecimento: Manifestamos o nosso amor e consideração ao Eterno.
 • Oferta de Elevação: Reflete uma responsabilidade de demonstramos que realmente estamos levando a sério o Reino dos Céus. O princípio da oferta de elevação é: o Consagração (palavra e oração) o Domínio do espírito sobre a carne o Obediência o Renúncia o Aproximação do Eterno e afastamento do mal e coisas semelhantes a estas.

 1.2 – O Eterno ordenou que o fogo queimasse continuamente.
 • Precisamos preservar dentro de nós o fogo do sacrifício que nos mantém próximos do Eterno.
 • Precisamos buscar cada dia sentido para nossas vidas através do Mashiach que nos revela os caminhos do Eterno.
 • Precisamos buscar crescimento e concerto diariamente.
 • Precisamos de novos desafios e novas vitórias.
 • Precisamos encontra sentido para nossas vidas no Eterno, através do Mashiach Yeshua.
 • O Mashiach é o modelo de como devemos ser e ao mesmo tempo aquele que nos guia nos caminhos do Eterno. Por isto, precisamos estar sempre focados nele, pois é através dele que mantemos numa posição apropriada para estarmos em sintonia e comunhão com o Eterno.

 1.3 – O nosso fogo, assim como o fogo do altar, é finito e tem limitações, mas quando obedecemos e o mantemos acesos, isto abre a porta para que desça o fogo Divino, que vem após termos alcançado o nosso limite, ou seja, termos feito tudo que realmente podíamos ter feito. (Levítico 8:35 e 9:1,2 e 23,24).

 • Ler o livro do Rebe: Página 62.
 • O fogo Divino nos Eleva verdadeiramente e plenifica a nossa intenção de elevação através da consagração.
 • O fogo Divino nos coloca em um nível de unção que não poderíamos alcançar sozinhos.
 • O fogo Divino vem até nós da parte do Eterno, através do Mashiach Yeshua.
 • O fogo Divino acende uma chama dentro de nós, elevando-nos a um relacionamento mais espiritual e profundo com o Eterno e com o Seu Filho, o Mashiach.
 • O fogo Divino vem sobre aqueles que estão mantendo o fogo comum acesso, através de um esforço sincero de se superar e crescer.
• O fogo Divino alcança aquele que encontrou o muro da sua própria limitação, pois fez tudo o que estava ao seu alcance para se auto-superar.
• O fogo Divino nos eleva acima das nossas limitações e nos capacita para tarefas e desafios muito maiores do que a nossa capacidade.
 • O fogo comum dura sete dias, alcançando a plenitude. Só então o Eterno traz a existência o oitavo dia, o dia eterno, quando o fogo Divino se manifesta e traz a aprovação para a obra limitada do homem, elevando-o a uma posição além das suas limitações.

 2ª PARTE: O perigo dos que cresceram e esqueceram que os elevou. Eles acham que podem andar sozinhos e este é o primeiro passo para a queda.

 • Alguns homens saíram da posição que o Eterno os colocou por terem sido seduzidos pela vaidade e montaram impérios pessoais, que embora tenham alguma utilidade para o Eterno, no final terão suas obras queimadas pelo fogo e perderão suas recompensas na melhor das hipóteses, pois correm o risco de terem os seus nomes riscados do livro da vida (1 Coríntios 3:9a, 12-15). Tudo isto porque deixaram a obediência e o status de servo, para se tornarem usurpadores do Mashiach, pois só Ele recebeu a autoridade de Senhor sobre o homem e sobre a terra, justamente pela sua obediência e fidelidade ao Eterno. “É melhor ser um simples funcionário do Reino dos Céus, do que o dono de uma “birosca”. Mesmo que a “birosca” se torna uma grande empresa, é insignificante comparada à grande obra que o Todo Poderoso está fazendo na terra”.
 “O Eterno já delegou ao Seu Filho Yeshua o cargo de Senhor da sua obra e cada um de nós deve fazer aquilo que nos foi designado com amor, em obediência ao ungido do Eterno (Mashiach), pela direção do espírito do Eterno”. O Rei Davi disse: “Ó, D’us, que és nosso protetor, faz revelar-se a face do Teu Mashiach. Pois é melhor um dia nos Teus átrios do que mil fora deles; Prefiro estar à porta da casa do meu D’us, do que nas tendas dos ímpios (perversos)” (Salmos 84:9,10)

3ª PARTE: Quando o fogo Divino desce é um sinal claro da aprovação do Eterno. Nós fomos aprovados pelo Eterno. Cada um deve fazer a sua parte com excelência e amor, pois cada obra tem sua recompensa e são extremamente valiosas, porque tem delegação Divina.

 • Quando somos aprovados pelo Eterno, nos tornamos cooperadores da Sua obra, e seja qual for o nosso trabalho, ele é grandioso e tem uma glória Divina, pois faz parte de algo muito maior do que podemos imaginar. Nos tornamos servos e cooperadores do D’us Todo Poderoso, do Seu Filho Yeshua, o Messias, e do Reino dos Céus.
 • “Devemos estar muito felizes, por ter sido aprovados e sermos simples servos do Eterno. É melhor trabalhar na sua obra, do que abrir a sua própria obra, que por maior que seja, é insignificante comparada ao obra do Todo Poderoso e do Seu Filho Yeshua, o Messias”. Ler: 2 Pedro (Kefa) 1:1-4 do Novo Testamento Judaico (traduzido por David Stern) – Página 250.

 Fonte: http://www.judaismomessianicobrasil.com.br/parasha24.html

segunda-feira, 12 de março de 2012

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Tradução: "Don't cry" - Dezarie


Saibam todos que todos vocês são as crianças de Jah!
Templos de Deus que vive
Jah disse:
Eu vou habitar naqueles
Eu estarei lá, enquanto eles forem minhas crianças
Nada temam, o cordeiro chegou!

Não chore, enxugue seus olhos cansados
Apenas tenha fé e confie em Jah (por mim)
Não chore, enxugue seus olhos cansados
Apenas tenha fé e confie em Jah (por mim)

Eu tenho visto por muitos anos
Pessoas chorando lágrimas silenciosas
Se perguntando quando a vida vai ter alguma melhora
Sentindo que existe algo errado
Não sabem ao que pertencem
O errado parece certo
E o certo parece errado
O mundo parece estar de cabeça para baixo (de cabeça para baixo)
Mas não deixe isso pará-lo (pará-lo)
Estando em um bom ou mal momento, Não feche a cara
Você é uma criança do Mais Elevado (Mais Elevado)
O Mais Elevado!

Não chore, enxugue seus olhos cansados
Apenas tenha fé e confie em Jah (por mim)
Não chore, enxugue seus olhos cansados
Apenas tenha fé e confie em Jah

Jah vê a sua labuta
Paciência e fortificação
E ele ouve suas orações quando você o chama (o chame)
Eles não sabem o quanto você pode suportar
Apenas se mantendo preparado
Para enfrentar qualquer situação que venha acontecer
Você deve estar se sentindo sozinho (sozinho)
Pensa que não tem ninguém para chamar
Sempre que sentir esta dor
Dê um respire fundo e pense
De onde esse ar veio

Não chore, enxugue seus olhos cansados
Apenas tenha fé e confie em Jah (por mim)
Não chore, enxugue seus olhos cansados
Apenas tenha fé e confie em Jah

Existe tanta coisa que você quer saber (quer saber)
Mas os lacres foram fechados (nós plantamos...)
Não existe ninguém para abri-los (abra-os)
Quando Ele abrir ninguém poderá mostrar (ninguém pode mostrar)
Quando Ele mostrar ninguém poderá obedecer (ninguém pode obedecer)
Sobrepondo-se sobre sua conquista
Conduzindo, então você não deve chorar!
Não chore!

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Intime Skate Contest 2011



No dia 29/10 Sábado, a cidade de São Bernado do Campo vai ser palco novamente do INTIME SKATE CONTEST 2011, que acontecerá na Pista de Skate de São Bernado do Campo, localizada na Avenida Armando Ítalo Setti, 65 (Parque da Juventude Citta di Maróstica).

A competição conta com três categorias, Mirim, Iniciante e Amador e as inscrições são gratuitas e limitadas, a partir das 9h e 1kg de alimento não perecível para entrada do público e atletas.

O evento começa às 9h, com a competição de skate e depois entram as bandas Pregador Luo, Apocalipse 16, Reobote Zion e Libertad

Esta programado também diversas ações, com Bike dirt / Solo, Grafite, Break, Teatro, Expo Fotos.

A Organização vai estar recolhendo alimento do público no dia do evento para obras sociais.

Maiores informações e a ficha de autorização para menores de idade competirem no site www.intimeculture.com

Serviço:

- Dia 29/10/2011 (Sábado) - Pista de Skate de São Bernado do Campo, localizado na Avenida Armando Ítalo Setti, 65 (Parque da Juventude Citta di Maróstica).

- Categorias e inscrições limitadas: Mirim, Iniciante e Amador

Entrada: 1 kg de alimento não perecível para o público e atletas.

Inscrições limitadas das 8 às 9h. E das 9h até 21h (evento).

Premiação: R$30.000,00 REAIS EM PRÊMIOS (incluindo DUAS MOTOS O KM).

BANDAS: Libertad, Reobote Zion, Pregador Lú, Apocalipse 16...

SHOWS: Pregador Luo, Apocalipse 16, Reobote Zion e Lebertad

Importante: Menores de 18 anos que não possuem a carterinha da pista precisam da autorização do responsavel ( disponivel no site www.intimeculture.com)

Telefone para contato (11) 8397-5046

Organização: Igreja Bola de Neve Church Santo André

Post: Rangel Rodrigues


sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Video: Matisyahu - "Silence"

Deus existe? por Albert Einstein

Alemanha
Inicio do século 20

Durante uma conferência com vários universitários, um professor da Universidade de Berlim desafiou seus alunos com esta pergunta: “Deus criou tudo o que existe?”

Um aluno respondeu valentemente: “Sim, Ele criou.”

“Deus criou tudo?” Perguntou novamente o professor. “Sim senhor”, respondeu o jovem.

O professor respondeu, “Se Deus criou tudo, então Deus fez o mal? Pois o mal existe, e partindo do preceito de que nossas obras são um reflexo de nós mesmos, então Deus é mau?”

O jovem ficou calado diante de tal resposta e o professor, feliz, se regozijava de ter provado mais uma vez que a fé era um mito.

Outro estudante levantou a mão e disse: “Posso fazer uma pergunta, professor?”

“Lógico.” Foi a resposta do professor.

O jovem ficou de pé e perguntou: “Professor, o frio existe?”

“Que pergunta é essa? Lógico que existe, ou por acaso você nunca sentiu frio?”

O rapaz respondeu: “De fato, senhor, o frio não existe. Segundo as leis da Física, o que consideramos frio, na realidade é a ausência de calor. Todo corpo ou objeto é susceptível de estudo quando possui ou transmite energia, o calor é o que faz com que este corpo tenha ou transmita energia. O zero absoluto é a ausência total e absoluta de calor, todos os corpos ficam inertes, incapazes de reagir, mas o frio não existe. Nós criamos essa definição para descrever como nos sentimos se não temos calor”

“E, existe a escuridão?” Continuou o estudante. O professor respondeu: “Existe.”

O estudante respondeu: “Novamente comete um erro, senhor, a escuridão também não existe. A escuridão na realidade é a ausência de luz. A luz pode-se estudar, a escuridão não! Até existe o prisma de Nichols para decompor a luz branca nas várias cores de que está composta, com suas diferentes longitudes de ondas. A escuridão não! Um simples raio de luz atravessa as trevas e ilumina a superfície onde termina o raio de luz. Como pode saber quão escuro está um espaço determinado? Com base na quantidade de luz presente nesse espaço, não é assim? Escuridão é uma definição que o homem desenvolveu para descrever o que acontece quando não há luz presente”

Finalmente, o jovem perguntou ao professor: “Senhor, o mal existe?”

O professor respondeu: “Claro que sim, lógico que existe, como disse desde o começo, vemos estupros, crimes e violência no mundo todo, essas coisas são do mal.”

E o estudante respondeu: “O mal não existe, senhor, pelo menos não existe por si mesmo. O mal é simplesmente a ausência do bem, é o mesmo dos casos anteriores, o mal é uma definição que o homem criou para descrever a ausência de Deus. Deus não criou o mal. Não é como a fé ou como o amor, que existem como existem o calor e a luz. O mal é o resultado da humanidade não ter Deus presente em seus corações. É como acontece com o frio quando não há calor, ou a escuridão quando não há luz.”

Por volta dos anos 1900, este jovem foi aplaudido de pé, e o professor apenas balançou a cabeça permanecendo calado…

Imediatamente o diretor dirigiu-se àquele jovem e perguntou qual era seu nome?

E ele respondeu: “ALBERT EINSTEIN.”

(http://www.evoluindo.org/espiritualidade/deus-existe)


sexta-feira, 7 de outubro de 2011

terça-feira, 27 de setembro de 2011

O que é a verdade?


1. Novamente os doze juntaram-se no círculo das palmeiras, e um deles Tomás disse para outro, o que é Verdade? Pois algumas coisas parecem diferentes para mentes diferentes, e mesmo para a mesma mente em tempos diferentes. O que é então, a Verdade?

2. E enquanto eles iam falando Jesus apareceu no meio deles e disse, Verdade, uma e absoluta, está em Deus somente, porque nenhum homem, nem nenhum corpo de homem, sabe aquilo que só Deus unicamente sabe, o qual é Tudo em Todos. Aos homens é a Verdade revelada, de acordo com as suas capacidades de entendimento e de receber.

3. A Verdade única tem muitas faces, uma pessoa vê um lado apenas, um outro vê outro, e alguns vêem mais do que outros, de acordo com o que lhes foi dado.

4. Reparem neste cristal: como uma só luz se manifesta em doze faces, sim quatro vezes doze, e cada face reflecte um raio de luz, e uma pessoa vê uma face e outra vê uma outra, mas é só um cristal e uma só luz que brilha em todas.

5. Reparem de novo, quando alguém sobe uma montanha e alcança o cume, ele diz, aquilo é o topo da montanha, vamos alcança-lo, e quando eles o alcançam, oh, eles vêem um outro mais adiante, que antes de alcançar o cume não era visto, só possível depois de o alcançarem.

6. Assim é com a Verdade. Eu Sou a Verdade o Caminho e a Vida, e dei-vos a Verdade que recebi do Alto. E a qual foi vista e recebida por um, e não foi vista e recebida por outro. Aquela que pareceu verdadeira para alguns, e que pareceu falsa para outros. Aqueles que estão no vale não vêem como aqueles que estão no topo da montanha.

7. Mas para cada um, é a Verdade tal como a sua mente a vê, e em cada tempo, a mais alta Verdade tem sido revelada da mesma forma: e à alma que recebe a Luz mais alta, ser-lhe-á dada mais Luz. Em qualquer caso não condenem os outros, para que vós próprios não sejais condenados.

8. Tal como mantiverem a sagrada Lei do Amor, a qual eu vos trouxe, assim será a Verdade revelada mais e mais a vós, e o Espirito da Verdade o qual vem do Alto guiar-vos-á, até e através de muitas maravilhas, por todas as Verdades, mesmo como uma nuvem de fogo guiou as crianças de Israel através do deserto.

9. Mantenham a fé na Luz que têm, até que luz mais alta vos seja dada. Procurem mais luz, e tê-la-ão em abundância, não descansem, até que a encontrem.

10. Deus deu-vos toda a Verdade, como uma escada com muitos degraus, para a salvação e perfeição da alma, e a verdade que vos faz sentido hoje, abandoná-la-ás pela mais alta verdade amanhã, elevando-vos até à Perfeição.

11. Quem quer que mantiver a sagrada Lei que tenho dado, os mesmos salvarão a sua alma, independentemente da forma como vejam a verdade que eu lhes trouxe.

12. Muitos dirão para mim, Senhor, Senhor, nós temos sido zelosos da verdade. Mas Eu dir-lhes-ei, não, mas, esses outros poderão ver como vós vedes, e nenhuma verdade alem dessa. Fé sem caridade é morte. Amor é o cumprimento da Lei.

13. De que forma a fé naquilo que eles recebem os impulsionará no caminho certo? Aqueles que têm amor, têm todas as coisas, e sem amor não há nada que prospere. Deixem cada um praticar aquilo que eles entendem ser a verdade em amor, sabendo que onde não há amor, a verdade é letra morta e nada aproveita.

14. Nele reside a Bondade, a Verdade, e a Beleza, mas a maior delas é a Bondade. Se alguém tem ódio para com o seu próximo, e endurece o seu coração para as criaturas que estão nas mãos de Deus, como poderá ele ver a Verdade que salva; vendo os seus olhos estão cegos e os seus corações estão endurecidos para a criação de Deus.

15. Tal como Eu recebi a Verdade, assim vo-la dei. Deixem a cada recebê-la de acordo com a sua luz e habilidade para entender, e não persigam aquele que a recebe com uma diferente interpretação.

16. A Verdade é a Vontade de Deus, e ela prevalecerá no fim de todos os erros. Mas a sagrada Lei que Eu vos dei é clara para todos, e justa e boa. Deixem a todos observá-la para salvação das suas almas.

(Fonte: Capitulo 90 do Evangelho dos Doze Santos)

sábado, 24 de setembro de 2011

terça-feira, 20 de setembro de 2011

"Por que sou inseguro?"


“O inseguro não confia em si mesmo, não se aprecia e, portanto, subestima-se. Ele desconhece seu valor e suas forças, age em função da opinião alheia, está sempre se condicionando aos outros e é extremamente sensível às mudanças que não correspondem às suas expectativas.
Por ser tímido e vacilante, o inseguro tem grande dificuldade de adaptação ao novo, desestrutura-se facilmente; não consegue descartar condicionamentos antigos inadequados e reage habitualmente de maneira imatura.
A insegurança baseia-se quase sempre em algum complexo de inferioridade.
Isso impede a realização de projetos, levando a frustrações, ao pessimismo, ao desânimo e ao desapreço pessoal, e os valores negativos acumulam-se, multiplicando os problemas. O inseguro sente-se fraco, menor, incapaz, derrotado.
Podemos vencer a insegurança? Sim, parando para pensar mais positivamente, agindo sem medo de errar, com plena consciência de que obteremos sucesso. É preciso sair da inatividade co confiança e nossas possibilidades, sem esperar que os outros deem o primeiro passo, mas tomando iniciativas.
Vamos deixar para trás os complexos da infância, reconhecendo-nos agora como adultos, donos da nossa vida e responsáveis por nossas ações. Vamos aproveitar as experiências passadas para viver melhor o presente e construir um futuro mais aberto e promissor.
Agindo assim, estaremos libertos dos fracassos, que tiveram a importância de nos fortalecer pela experiência que acumulamos, e atentos ao nosso crescimento, desenvolvendo qualidades, enfrentando as adversidades objetivamente, com coragem e certamente com sucesso.
Não precisamos nos preocupar exageradamente com as dificuldades, pois são fases da vida de todos nós. (E, felizmente, são passageiras.)
Podemos fixar e ressaltar nossos pontos positivos, escrevendo-os num papel e refletindo sobre eles. Quando nos detemos nos negativos, as forças parecem voltar-se contra nós, pois estaremos emprestando-lhes um poder muito maior do que possuem. Evitemos, pois, relembrá-los.
Cultivemos a nossa iniciativa, não dependendo tanto dos que nos cercam, acreditando mais no nosso poder de ação e decisão.
Aqui, evidencia-se a importância da auto-análise para ganhar a autoconfiança. Teremos assim melhor noção de nossos limites, de nossas falhas, para conseguir lidar e conviver com eles.
Não precisaremos competir com ninguém, tanto profissional como emocionalmente; sejamos nós mesmos, vencendo nossos reveses com decisão e galhardia.
Quando se vence sem perigo, vence-se sem glória. Eis uma verdade sobre a qual meditar.”

sábado, 17 de setembro de 2011

"Jesus Cristo em Anime"

AMOR E COMUNHÃO


O amor da espécie divina não se acha na natureza, mas no Calvário. O amor da espécie humana retribui amor, mas o amor divino toma a iniciativa. Deus demonstrou o Seu amor por nós ao morrer Cristo em nosso favor quando ainda éramos pecadores (Rm.5:8), a fim de nos dar vida mediante a Sua morte, e esta é a prova do Seu amor. Esse é o tipo de amor a ser revelado em nós, se formos Seus filhos.

Os crentes devem amar uns aos outros com a mesma espécie de amor com que Deus nos ama: não é atração física, nem amor sentimental ou social. É sobrenatural, tornado real apenas pelo Espírito de Deus, e só Ele nos habilita a estender esse amor aos outros irmãos. Não é a espécie de amor que temos para com amigos com quem gostamos de conviver. Existem alguns irmãos pouco amáveis do ponto de vista humano, mas apesar disso, o amor de Deus em nós nos impelirá a preocuparmos com o seu bem-estar.


Quanto ao pecador perdido, o amor cristão nos conduz a orar para que ele venha ao pleno conhecimento do Evangelho do Senhor Jesus, e levar ou providenciar para que seja levado o Evangelho até ele.

O amor cristão é a imagem refletida do amor de Deus por nós. A perseverança em amar é a prova de que uma pessoa é nascida de Deus e conhece a Deus. Caso contrário, a simples afirmativa de que se ama a Deus, acompanhada da falta de amor para com um irmão, é uma mentira (1João 2:9-11). A razão é que o amor procede de Deus.

Quando encontramos uma pessoa que se diz crente, e percebemos que ele nos ama e ama outros crentes, então podemos concluir que ele é um filho de Deus nascido de novo. Por outro lado, uma pessoa que não mostra amor por nós e por outros crentes nunca veio a conhecer o amor de Deus, porque Deus é amor.

O amor de Deus foi manifestado em nós (1João 4:9 - não “entre nós” ou “para conosco” como em algumas traduções): porque Ele mandou Seu unigênito Filho, para que pudéssemos viver por meio dele; Jesus Cristo é a vida (Jo.14:6), e Ele vive em nós (Gl.2:20). Esta vida começa quando nós O recebemos como nosso Senhor e Salvador.

A comunhão no sentido de ter algo em comum, participar de uma sociedade ou de um relacionamento mútuo, é descrita da seguinte forma nas Escrituras:·


COM DEUS

Consiste no conhecimento da Sua vontade (Jó 22:21-26; Jo.17:3); em estar de acordo com os Seus desígnios (Am.3:3); em permanecer em Cristo (Jo.15:4-7); em estar no Espírito (Rm.8:9); na existência de afeição mútua (Rm.8:38,39); na alegria da Sua presença (Sl.4:6); na conformidade com a Sua imagem (1Jo.1:6; 2:6); e na participação com a Sua alegria e a Sua plenitude (1Jo.1:3,4; Ef.3:14-21).

UNS COM OS OUTROS

Em deveres (Rm.12:5-8; 1Co.12; 1Ts.5:12-22; Rm.10:24; Hb.13:16); em ordenanças e adoração (Sl.55:14, 119:63; Mt.18:20; At.2:46; Hb.10:25); em graça, amor, alegria, etc. (Ml.3:16; Rm.12:15; 2Co.8:4); em interesses mútuos, espirituais e temporais (Rm.12:13; Hb.13:16); em disposição mental e em parecer (1Co.1:10); em sofrimentos e apoio aos fracos (Rm.12:15, 15:1,2; Gl.6:1,2,10; 1Ts.5:11); e na glória (Ap.4:10,11). Viver em comunhão com Deus, Pai e Filho, significa andar na luz da Palavra de Deus (1Jo.1:7). Não é andar “de acordo” com a luz, o importante é onde andamos, não como andamos. Temos que vir à presença de Deus e permitir que a Sua Palavra brilhe sobre nosso caminho. É possível andar na escuridão do pecado, e ainda pensar que estamos bem porque estamos preenchendo nossas obrigações e mandamentos “religiosos” conforme nós os entendemos.

O pecado interrompe a comunhão do crente com o Pai e o Filho: o crente não perde a salvação, mas a sua comunhão só é restabelecida quando o pecado for lavado. É necessário permitir que a luz da Palavra de Deus revele nosso pecado; o arrependimento e a confissão a Deus restaurarão a comunhão.

Ninguém pode ter comunhão com o povo de Deus se não a tiver primeiro com Deus, em Cristo, e para isso é preciso que esteja andando na luz com Deus. Por outro lado, se andamos na luz, temos comunhão uns com os outros: isto significa que nos reunimos uns com os outros e participamos uns com os outros daquilo que é de Cristo. Falamos juntos sobre o Senhor Jesus Cristo e a Sua Palavra. Este é o tipo de comunhão que surge quando ouvimos e cremos no testemunho da Bíblia, e é uma comunhão impossível de ter com os incrédulos. Nossa alegria se torna completa quando temos comunhão uns com os outros, como conseqüência de termos comunhão com o Pai e com seu Filho Jesus Cristo.

A terceira carta de João contrasta duas atitudes opostas com relação aos “estrangeiros”, ou seja, os crentes que vinham de outra localidade: a hospitalidade e a presunção. A pessoa a quem foi dirigida a carta, Gaio, fielmente praticava o amor para com os irmãos, mesmo quando eram de fora, acolhendo-os e suprindo as suas necessidades, tinha comunhão com eles. Em contraste, um certo Diótrefes exercia a primazia sobre a igreja local, como alguns mesmo hoje, exigia que tudo fosse feito como ele queria e não admitia nada do que não gostasse.

A opinião de Diótrefes era sempre certa no seu pensar, não agüentava oposição, nem conhecia mansidão ou modéstia. Era tão presunçoso que não dava acolhida ao próprio apóstolo João, falando maliciosamente contra ele, recusava acolher os que vinham de fora, impedia os que queriam recebê-los e os expulsava da igreja. João o coloca entre os que jamais viram a Deus, pois praticava o mal ao não estender a comunhão aos crentes de fora.

O amor e a comunhão deveriam ser as características principais das reuniões da igreja, prevalecendo sempre sobre algumas formas de legalismo que são nelas introduzidas e ali permanecem como se fossem mandamentos divinos. Sem dúvida a reunião que se faz mais restrita por causa dessa interferência é aquela em que se celebra a Ceia do Senhor.

Essa reunião deveria estar aberta para a plena direção do Espírito Santo sobre os crentes ali presentes, obedientes às instruções dadas em Sua Palavra apenas (1Co.14:26-40, etc.). Cada participante deve examinar a si mesmo, antes de participar dos elementos (1Co.11:28). Vemos, no entanto, várias restrições sendo impostas pelos que estão na direção da igreja, agindo como pequenos Diótrefes da localidade. Eles darão contas do seu procedimento a Deus.


Embora todos os discípulos de Cristo sejam convidados para participar da sua Ceia, usualmente outras pessoas, que ainda não O confessaram como Senhor e nem foram batizadas em Seu nome, também estão presentes como visitantes. Não é deles ainda o privilégio de participar da adoração ou dos elementos, mas a morte do Senhor é anunciada a eles dessa forma, sendo integrante da mensagem do Evangelho. Embora não tendo comunhão, devemos estender a eles o nosso amor cristão a fim de que cheguem ao pleno conhecimento da Verdade e se convertam.

Por vezes é inevitável que esses que costumeiramente estão presentes à Ceia participem dos cânticos, até mesmo pedindo que seja entoado um determinado hino, apesar de não orarem audivelmente nem participarem dos símbolos. Quando isso ocorre, caberá à liderança local tomar a decisão que convém para que não haja suscetibilidades entre os participantes da Ceia que possam afetar a boa comunhão exigida para essa tão importante reunião, pois isso poderá gerar descortesia por parte de alguns membros para com essas pessoas que, como já dissemos, será uma demonstração de falta de amor cristão. A omissão por parte da liderança será a pior das decisões, tendo em vista que a falta de amor ou a quebra da comunhão na Ceia do Senhor são coisas intoleráveis.


(Fonte: http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=66936109)


sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Video: Mato Seco - "Uma estrada longa"

"Islâmicos têm sonhos e visões da vida de Jesus e se convertem ao cristianismo"


Nizar Shaheen, apresentador do programa cristão Luz para as Nações – assistido pela maioria dos muçulmanos – tem percebido o mover. “Eu vejo muitas, muitas pessoas de contexto muçulmano se achegando a Cristo, aceitando-o como Senhor e Salvador”, disse.

O evangelista e sacerdote copta no Egito, Zakaria Henein, também está surpreso com a receptividade dos islâmicos. “O que acontece nos dias de hoje, no mundo muçulmano, nunca aconteceu antes. Jovens e velhos, estudados ou não, homens e mulheres, até os mais extremistas, estão entregando suas vidas a Jesus”, contou.

Prova disso é a conversão do ex-extremista Samer Achmad Muhammed, que estudou durante anos para se tornar um xeique wahabbi – uma das posições religiosas mais elevadas do islamismo. “Eu odiava os cristãos e a Igreja, mas Jesus Cristo perdoou os meus pecados. Agora, dedico minha vida a Ele”, revelou.

Para os cristãos que têm presenciado o operar de Deus, o mais interessante é a forma com que os muçulmanos estão se convertendo. Segundo o ministro Heidi Baker, os islâmicos têm visto Jesus em revelações e sonhos. “O Senhor tem aparecido para milhares de africanos muçulmanos. Eles estão se convertendo e sendo até batizados”, disse.

De acordo com Shaheen, ele recebe muitas cartas de pessoas que sonharam com Jesus, tiveram visões e viveram milagres. Para a autora do livro “As Visões de Jesus: Sinais e Maravilhas no Mundo Muçulmano”, Christine Darg, isso tem uma explicação. “Cristo está indo aos muçulmanos e revelando em particular as últimas 24 horas da vida dEle na terra. Jesus tem mostrado coisas que o Islã não ensina: a crucificação, a ressurreição e todo o seu poder”, explicou.

Fonte: Elnet

sábado, 3 de setembro de 2011

Video: Carman - "Satan, Bite the Dust"

Letra: "I love you father" - Avion Blackman


Eu Te Amo Pai

Oh Eu
Eu te amo pai
Você é tudo que eu sempre preciso
E Eu, Eu te amo Pai
Você é tudo para mim

Eu Presciso de você
Você é essencial a meu ser
Sem você estaria sem vida
Eu desejo que você seja o centro dos meus sonhos
Eu te amoMinha alma foi redimida

Eu te amo Senhor para o resto de minha
Eu presciso de Senhor para os dias de minha
Eu te quero o Cristo para ser o Deus de minha vida
Eu estou perdido sem você

Oh e Eu
Eu presciso de você salvador
Você é o unico para mim
E eu / Eu te amo salvador
Você é tudo que eu sempre preciso

Eu preciso de você como o solo necessita da chuva
Como o sangue em minhas veias
Como a terra prescisa do sol
Você é o únicoComo os pássaros precisam do céu
E visão para meus olhosComo meus pulmões precisam de ar
Como minha alma prescisa orar

.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

A insensatez do incrédulo



Por Eguinaldo Hélio de Souza

“Diz o néscio no seu coração: Não há Deus” (Sl 14.1)


Ateus práticos, ateus teóricos e ateus militantes

Pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), realizada em 2000, dá conta de que aumentou o número dos ateus, pessoas que afirmam abertamente não crer na existência de algum deus ou de um mundo sobrenatural.

A maioria desse contingente é atéia na prática, ou seja, não apresenta nenhum tipo de fé religiosa e não “perde” tempo refletindo sobre a existência de Deus. São pessoas que, de fato, assumiram um modus vivendi em que não há espaço para a religião. Mas, apesar de suas convicções, não apresentam argumentos sólidos para o seu ateísmo.

Um número mais reduzido desse grupo, tanto no Brasil quanto no exterior, pode ser classificado como ateus filosóficos, isto é, pessoas racionalmente preparadas para justificar sua descrença, pois se ocupam em formular argumentos lógicos que justifiquem a sua posição. Poderíamos, ainda, chamar os ateus filosóficos de “incrédulos conscientes”.

Também, vale destacar um outro tipo de ateu, mais agressivo, detectado pela pesquisa em pauta: o militante. Esses ateus não somente não crêem na existência de Deus como também são contra aos que crêem. Tanto é que procuram persuadir os outros para a sua “fé sem deus”. Então, criaram o site Sociedade da Terra Redonda, cujo objetivo é reunir todos os ateus em sua militância. O site possui 820 colaboradores e recebe cerca de 75.000 visitas por mês.

Salientamos que os ateus militantes parecem dirigir toda a sua animosidade principalmente aos cristãos. Seus sites estão repletos de refutações à Bíblia e, entre eles, existem pessoas que se ocupam em desmentir os milagres de cura que ocorrem nas igrejas evangélicas e também em apontar as falhas da Igreja Cristã através da História, entre outras coisas. Além de negarem a existência de Deus de forma geral (pois ateu significa “sem Deus”), acabam se tornando, na maioria das vezes, antideus, isto é, contra Deus, ou, mais precisamente, anticristãos.

O ateísmo hoje

O ateísmo, como vem sendo propagado atualmente, não se contenta apenas em não crer na existência de Deus. Prega que a religião não é só inútil, mas também é má. E, ao lado de sua crítica à religião, divulga uma crença que dá possibilidade ao homem de resolver seus próprios problemas sem necessitar de uma força exterior. Em verdade, é um humanismo, não um humanismo que valoriza o ser humano, mas um humanismo que opõe Deus e homem, colocando este último como senhor e salvador de si mesmo.

O Credo Americano Ateísta corrente declara:

“Um ateísta ama a si mesmo e ao seu próximo ao invés de amar um deus. Um ateísta aceita que céu é uma coisa pela qual nós devemos trabalhar agora, aqui na terra, para que todos os homens possam desfrutar juntos. Um ateísta admite que ele não pode conseguir ajuda pela oração, mas que devemos encontrar em nós mesmos a convicção interior e a força para achar a vida, para resolver seus problemas, para subjugá-la e para desfrutá-la. Um ateísta aceita que somente no conhecimento de si mesmo e de seu próximo os homens podem encontrar o entendimento que o ajudará em uma vida de plenitude”.

Um aspecto importante que precisa ser mencionado: os ateus não negam apenas a existência de Deus, mas de qualquer realidade que não seja material, isto é, que não possa ser percebida pelos cinco sentidos. Para eles, não existe uma dimensão espiritual, habitada por anjos ou demônios. A única coisa que existe é o mundo físico, tangível, e nada mais além disso.

O impacto do pensamento científico

“A fundação indestrutível do edifício inteiro do ateísmo é a sua filosofia: o materialismo, ou naturalismo, como também é conhecido. Essa filosofia considera o mundo como ele é na verdade, visto na luz dos dados providos pela ciência progressiva e experiência social. Materialismo ateísta é o resultado lógico de conhecimento científico ganho durante os séculos” (grifo do autor).

A colocação acima pertence ao artigo “Materialismo versus idealismo”, de Madalyn Murray O'Hair, fundadora da organização American atheists (“Ateístas americanos”), que serve de inspiração para os ateus brasileiros. Com essa afirmação, a autoria lança uma das pedras de toque do pensamento ateísta: o conhecimento científico.

Embora não signifique que todos os envolvidos com o pensamento científico sejam ateus, o contrário geralmente é verdade. Os ateus atribuem sua incredulidade quanto às coisas divinas e espirituais alegando que as mesmas não podem ser comprovadas cientificamente. Basta lembrar que Yuri Gagarin, o primeiro russo a andar no espaço, fez questão de dizer “Não vi nenhum Deus”.

Desde o período do Iluminismo[i], o conhecimento científico foi adquirindo mais e mais prestígio. Os benefícios trazidos pela tecnologia criaram um sentimento geral de que o homem poderia, sozinho, resolver seus próprios problemas, bastando, para isso, ter o conhecimento necessário. De repente, o Universo não era mais um objeto misterioso movido pelas mãos do Altíssimo, mas uma máquina perfeita regida por leis que podiam ser medidas e utilizadas em proveito próprio. O século XVIII viu surgir a filosofia materialista de Hume[ii], na qual não havia lugar para quaisquer coisas que não fossem tangíveis, palpáveis. A física de Newton e a química eram ciências suficientes para explicar todos os fenômenos.

É óbvio que a descoberta das leis da física e da química não é um fundamento aceitável para negar a existência de Deus. Toda lei tem seu legislador e a coisa mais fácil de concluir é um Universo regido por leis estabelecidas pelo Criador. Mas muitos, no afã de menosprezar a fé, lançaram mão desse instrumento para afirmações ateístas.

Há um site americano que divulga uma lista de “celebridades ateístas” que inclui filósofos (Thomas J. Altizer, Paul e Patrícia Churchland, Paul Edwards, Antony Flew, Michael Martin e Kai Nielsen), cientistas (Francis Crick, Richard Leakey e Stephen J. Gould), políticos (Fidel Castro e Tom Metzger), famosos (Woody Allen, Ingmar Berman, Bill Blass, Marlon Brando,Warren Buffett, George Carlin, Dick Cavett, George Clooney, Patrick Duffy, Katherine Hapburn, Arthur Miller, Jack Nicholson e Penn and Teller) e homens de negócio (Bill Gates, entre outros também conhecidos).

Todavia, ser cientista não obriga ninguém a ser ateu. Se isso fosse verdade, todos os cientistas seriam ateus, o que não é um fato. Inclusive, um dos maiores pensadores do século XX, autor do best-seller Uma breve história do tempo, não vê qualquer dificuldade em crer na existência de Deus. Muito pelo contrário: “O pai da cosmologia moderna, o inglês Stephen Hawking, acha fascinante a chamada hipótese teológica, a idéia de que entender Deus seria o alvo supremo da física, mas alega que o caminho para chegar lá é a ciência, e não a metafísica ou o misticismo. Quando lhe perguntam se Deus teve um papel no Universo antes do Big Bang, a suposta explosão primordial que teria criado o cosmo, Hawking admite que sim: acho que só Ele pode responder porque o universo existe” (grifo do autor).[iii]

Sobre este assunto, uma citação do teólogo Charles Hodge, que deveria ser observada por aqueles que defendem o pensamento científico:

“Desde os primórdios da ciência moderna, vêm emergindo constantemente aparentes discrepâncias entre a natureza e a revelação, o que, por algum tempo, tem ocasionado grande escândalo a crentes zelosos; em cada exemplo, porém, sem a menor exceção, tem sido descoberto que o erro se encontra ou na generalização apressada da ciência, devido ao conhecimento imperfeito dos fatos, ou na interpretação tendenciosa das Escrituras”.[iv]

O efeito Darwin

“Após ter lido A origem das espécies, de Charles Darwin, Marx escreveu uma carta ao seu amigo Lassalle na qual exulta porque Deus - ao menos nas ciências naturais - recebeu o golpe de misericórdia”.[v]

Não que essa fosse a intenção do naturalista Charles Darwin, mas suas idéias foram e ainda são utilizadas pelos ateus do mundo inteiro como argumento para provar que o simples fato de o mundo existir não demanda a existência de um Criador. Segundo a teoria da Evolução das Espécies, o mundo é o resultado de bilhões de anos de evolução, pela qual as formas de vida mais simples evoluíram para as formas de vidas mais complexas, até chegarem no homem.

Essa questão ferveu na Inglaterra do século XIX e, depois, no mundo inteiro. Conceber o Universo em termos evolutivos foi o padrão que, desde então, serviu para considerar a evolução como algo inerente à natureza de todas as coisas. Assim, não havia a necessidade de um agente externo, ou seja, Deus. Com sua teoria, Darwin proporcionou aos incrédulos aquilo que ainda lhes faltava: uma “base científica” para a negação de Deus.

Isso, no entanto, não significa que Darwin estava negando a existência de Deus. Em verdade, ele estava atribuindo o fato biológico ao Criador. Mas aqueles que buscavam ensejo para anular o argumento da criação como prova da existência de Deus usaram sua teoria como base. Logo, ser ateu por causa da evolução era uma opção de crença, e não uma conseqüência da teoria de Darwin. Até porque havia muitos teístas (pessoas que admitem a existência de um Deus pessoal como causa do mundo) entre aqueles que acreditaram na evolução.

Nosso propósito aqui não é discutir sobre a teoria da Evolução das Espécies. Mas é importante saber que, mais de cem anos depois, muitas dúvidas ainda pairam sobre essa teoria, insuficiente para explicar a origem do homem. Embora admita a evolução, o historiador sueco Karl Grimberg, no princípio de sua História Universal, comenta o seguinte: “se (conjunção condicional) a estrutura anatômica do homem é o culminar de uma longa evolução, foi, no entanto, repentino o nascimento da sua inteligência. Tudo faz supor que o limiar por onde se ascendeu diretamente o pensamento foi transposto de uma só vez” (grifo do autor).[vi]

Grimberg fez essa declaração em 1941. Mas é impressionante a recente observação da revista Veja sobre o comentário de um dos maiores neodarwinistas da atualidade: “... o biólogo Ernst Mayr, da Universidade de Harvard, também concorda que apenas o desenrolar das leis naturais talvez explique o surgimento da vida na Terra – mas isso certamente não pode ser invocado para explicar o aparecimento de seres inteligentes. Lendário pelo ceticismo, Mayr não fala em milagre. Nem pode. Ele é considerado o maior neodarwinista vivo. Mas seu cálculo sobre a possibilidade de a natureza produzir seres inteligentes pelos processos evolutivos conhecidos é quase uma sugestão de que os seres humanos são mesmo produtos sobrenaturais” (grifo do autor).[vii]

A espada de Karl Marx

De todos os movimentos que se rebelaram contra a crença em Deus, o marxismo foi o mais relevante. Toda a ideologia marxista e as demais que dele se originaram (comunismo, socialismo, leninismo e maoísmo) apresentavam uma aversão profunda contra toda e qualquer religião, principalmente o cristianismo. O ateísmo foi ensinado nas escolas e inculcado nos cidadãos que viviam sob essa orientação ideológica desde a mais tenra idade e em todo lugar. Muitos dos argumentos que os ateus atuais lançam contra Deus eram comumente utilizados pelos países comunistas/socialistas.

“O ateísmo de Marx certamente era de uma espécie extremamente militante. Ruge escreveu a um amigo: Bruno Bauer, Karl Marx, Christiansen e Feuerbach estão formando uma nova ‘Montagne’ e fazendo do ateísmo o seu lema. Deus, religião e imortalidade são derrubados de seu trono e o homem proclamado Deus”. E George Jung, um jovem próspero, advogado de Colônia e partidário do movimento radical, escreveu a Ruge: “Se Marx, Bruno Bauer e Feuerbach, juntos, fundarem uma revista teológico-filosófica, Deus faria bem em cercar-se de todos os seus anjos e se entregar à autopiedade, pois estes certamente o tirarão de seu céu [...] Para Marx, de qualquer forma, a religião cristã é uma das mais imorais que existe” (grifo do autor).[viii]

Como vemos, nem sempre o ateísmo existiu como uma crença passiva, como uma indiferença à religião. Dentro do conceito marxista, o ateísmo deveria substituir a crença em Deus, nem que para isto fosse necessário usar de violência. Não precisamos registrar aqui os milhares de mártires resultantes da implantação da ideologia comunista. Como escreveu Richard Wurmbrand, fundador da Missão a Voz dos Mártires: “Poso entender que os comunistas prendam padres e pastores como contra-revolucionários. Mas por que os padres foram forçados a dizer a missa sobre excrementos e urina, na prisão romena de Piteshti? Por que cristãos foram torturados para tomarem a comunhão com esses mesmos elementos? Por que a obscena zombaria da religião?”.[ix]

O ateísmo militante no Ocidente

O atual movimento ateísta pode não ser algo tão inofensivo quanto se imagina. Marx foi um filósofo, não um carrasco. Mas não podemos dizer o mesmo de muitos de seus filhos ideológicos, como, por exemplo, Lênin e Stalin, na ex-URSS, e Mao Tse Tung, na china. A perseguição religiosa durante os seus governos, e também depois, mostra claramente que o ateísmo pode tornar-se tão intolerante quanto qualquer religião.

O ateísmo morreu com a queda da cortina de ferro para, agora, renascer no Ocidente, apoiado pela liberdade democrática, com o risco de tornar-se uma crença intolerante e agressiva.

A postura acadêmica de muitos ateus ocidentais da atualidade está em agudo contraste com alguns dos mais coloridos ateístas dos tempos passados. A fundadora da organização American atheists (“Ateístas americanos”), Madalyn Murray o'Hair, ficou conhecida mais por sua linguagem grosseira e ultrajes explosivos contra manifestações públicas de religião do que por suas proezas intelectuais. Ela veio a público em 1963, mas foi em 1959 que sua causa judicial, envolvendo seu filho, chegou à Suprema Corte. No caso Murray versus Curlett, a Corte declarou ilegal a oração obrigatória nas escolas públicas e, com isso, incentivou Murray, com uma carreia de mais de 30 anos, a criar uma América livre de religião.

Murray, freqüentemente, debatia em público, denunciando, de forma voraz, o cristianismo e lutando em favor do ateísmo. Iniciou muitos processos para que a sociedade americana ficasse livre de qualquer religião. Em um deles, a solicitação para que as notas e moedas americanas não trouxessem a frase “Em Deus nós confiamos”.

Chegou a afirmar, algumas vezes, que a American atheists tinha mais de 75.000 adeptos, porém, o mais exato é que tivesse apenas cerca de 5.000.

Em 1995, ela e sua família desapareceram com grandes porções dos fundos de suas várias organizações, exceto seu filho William Murray (objeto de seu processo judicial inicial), isolado por ela por ter-se convertido a Cristo. Os desaparecidos foram considerados assassinados.

Bases históricas dos ateus

Alguns sites, como o www.oateufeliz.com.br, por exemplo, fazem menção das mortes efetuadas pela Inquisição católica e pela colonização protestante na América para combater a crença em Deus. Todavia, querer provar que Deus não existe por esse motivo é um tanto quanto sem fundamento. Os ateus não podem esquecer que Stálin, Lênin e Mao Tse Tung mataram milhões de pessoas inspirados no socialismo ateu, conforme divulgado por Karl Marx.

Da mesma forma, o Nazismo dizimou a raça judaica e milhares de outras minorias por conta de suas teorias racistas, baseadas no darwinismo e no filósofo ateu Friederich Nietzsche.[x] Mas não podemos negar a existência de Marx, Darwin e Nietzsche pelo fato de seus escritos terem sido utilizados de forma perversa.

Na verdade, as guerras e os massacres ocorrem motivados pelo desejo de poder e pela ambição por riquezas. A religião apenas serve de justificativa para tais atos, assim como o ateísmo serviu de motivo para que milhares de cristãos fossem massacrados em países comunistas. Assim, se a religião, por motivos históricos, pode ser classificada como nociva, o ateísmo também pode. Se, porém, separarmos os frutos bons dos ruins, veremos que a fé em Deus produziu os melhores.

Se os homens erraram dentro da História do Cristianismo, isso apenas indica que eles estavam fora dos padrões de Deus, e não um fundamento que sirva para provar que Deus não existe. Uma coisa é dizer que Deus não existe. Outra bem diferente é mostrar que o homem não tem obedecido a Deus como deveria.

Deus realmente existe

As Escrituras não procuram, em nenhum ponto, provar a existência de Deus. Ela apenas o admite. Os santos do Antigo e do Novo Testamento que falaram inspirados por Deus não diziam que acreditavam em sua existência, mas que o conheciam – o que depreende bem mais. Com certeza, o conhecimento de Deus, conforme a Bíblia, é algo diferente do conhecimento científico baseado nos sentidos.

Mas, então, para que tentar provar a realidade de Deus?

Em primeiro lugar, porque muitos são sinceros em suas dúvidas.

É verdade que alguns não querem crer e, por isso, procuram desculpas para sua atitude. Outros querem acreditar sim, mas, infelizmente, encontraram diversos motivos para não fazê-lo. É aí que entramos com a evidência.

Em segundo, porque tudo aquilo que fortalece a nossa fé é útil. É por isso que muitos buscam provas, não para crerem, mas porque já crêem.

E em terceiro, porque esta é uma maneira de estarmos conhecendo um pouco mais da natureza de Deus e, com certeza, isso é algo bom e recomendável.

1. A criação

Alguém que ainda não tenha lido a complicada teoria de Darwin achará óbvio a existência de um Criador. Toda criação pressupõe um criador. Esta maravilha toda não pode ter surgido por acaso. Como já disse alguém: “Faz tanto sentido concluir que o cosmo é o mero resultado de uma explosão quanto achar que um livro pode surgir da explosão de uma gráfica”. Independente do que digam os ateus ou os cientistas, a criação é uma prova inegável da existência de Deus. “Pois os atributos invisíveis de Deus, desde a criação do mundo, tanto o seu eterno poder quanto a sua divindade, se entendem, e claramente se vêem pelas coisas que estão criadas, para que eles fiquem inescusáveis” (Rm 1.20).

2. Desígnio e ordem

O Universo não apenas existe, mas existe com ordem, com desígnio, com evidências de uma inteligência criadora. A ordem no Universo mostra que ele fora criado com inteligência e com propósito, não surgiu e se tornou o que é por mero acaso. “Ele fez a terra pelo seu poder; ele estabeleceu o mundo pela sua sabedoria e com a sua inteligência estendeu os céus” (Jr 10.12). Um mero sacerdote do século VII a.C. percebeu e registrou isto de forma poética e inspirada, mas os céticos modernos se recusam a aceitar o óbvio.

“Galeno, célebre médico de inclinações ateísticas, depois de ter feito a anatomia do corpo humano, examinando cuidadosamente seu arcabouço, visto quão adequada e útil é cada parte, percebido as diversas intenções de cada pequenino vaso, músculos e ossos, e a beleza do todo, viu-se tomado pelo espírito da devoção e escreveu um hino ao seu Criador”.[xi]

3. Senso comum

“Visto que o que de Deus se pode conhecer, neles (nos homens) se manifesta, porque Deus lhes manifestou” (Rm 1.19).

Desde o Iluminismo, a “crença” dos incrédulos era que, à medida que o conhecimento científico fosse aumentando entre a população, a religião entraria em decadência. Engano. O contrário sim, é verdade. E isso é testemunhado pelas próprias estatísticas.

Embora um ateu rejeite isso como prova, a verdade é que a própria natureza humana é um inegável testemunho a favor da existência de um ser supremo. Em todos os povos e em todas as épocas, a idéia de um Ser supremo sempre esteve presente, independente do grau de desenvolvimento. Mas não havia ateus materialistas? Sim, mas em um grau tão pequeno que não passavam de exceções confirmando a regra. Podemos até afirmar que o ateísmo é antinatural, é contra o comportamento e a noção comum do ser humano.

“No início do século XX acreditava-se que quanto mais o mundo absorvesse ciência e erudição menor seria o papel da religião. De lá para cá, a tecnologia moderna se tornou parte essencial do cotidiano da maioria dos habitantes do planeta e permitiu que até os mais pobres tivessem um grau de informação inimaginável 100 anos atrás. Apesar de todas essas mudanças, no início do século XXI o mundo continua inesperadamente místico. O fenômeno é global...” (grifo do autor).[xii]

Os ateístas apresentam páginas e páginas de teorias para negar a existência de Deus. Mas todas elas despedaçam-se diante dos fatos. A crença do homem em Deus pode até ser confundida, mas a realidade mostra que jamais pôde ser apagada. Sobre isso se pronunciou o teólogo Evans:

“O homem, em toda parte, acredita em um Ser supremo ou seres a quem é moralmente responsável e a quem necessita oferecer propiciação. Tal crença pode ser crua ou grotescamente representada e manifestada, mas a realidade do fato não é mais inválida por tal crença do que a existência de um pai é invalidada pelas cruas tentativas de uma criança para desenhar o retrato de seu pai”.[xiii]

Raciocínios fúteis e corações insensatos

No decorrer da história cristã, os teólogos desenvolveram enormes argumentos filosóficos e naturais para provar a existência de Deus. Muitos desses argumentos apresentam uma profundidade de pensamento impressionante. Só por esse aspecto é fácil concluir que o conhecimento natural não é, de forma nenhuma, inimigo do conhecimento de Deus. O que impede muitos eruditos de admitir esta verdade é o orgulho e a presunção, pois, em verdade, não existem barreiras intelectuais reais que os impeçam de admitir-se a existência de Deus. Sobre isso, deixamos a palavra de Paulo, o sábio e erudito apóstolo que lançou os fundamentos da teologia cristã.

“Pois tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes seus raciocínios se tornaram fúteis, e seus corações insensatos se obscureceram. Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos” (Rm 1.21,22).

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Notas:


[i] Revolução intelectual que ocorreu na Europa nos séculos XVII e XVIII. Graças ao iluminismo, a religião e as ciências separaram-se e isso causou mudança na maneira de pensar, agir e encarar o mundo. A partir do iluminismo, os homens tentaram encontrar explicações científicas para, por exemplo, os fenômenos da natureza, o que causou avanço científico.
[ii] David Hume, nascido em 1711, em Edimburgo, na Escócia. Estudou no colégio de Edimburgo - um dos melhores da Escócia, posteriormente transformado em Universidade. Sua ideologia filosófica estava centrada no empirismo, que admite apenas que a origem do conhecimento provenha unicamente da experiência, seja negando a existência de princípios puramente racionais, seja negando que tais princípios, embora existentes, possam, independente da experiência, levar ao conhecimento da verdade.
[iii] Revista Veja 19/12/01, p. 133.
[iv] Teologia Elementar, E. H. Bancroft, IBR, p. 22
[v] Marx e Engels, Diltz publ. Berlim 1972, vol 30, p. 578.
[vi] História universal, Carl Grimberb, p. 8.
[vii] Revista Veja 19/12/2001, p. 132.
[viii] Karl Marx, Vida e Pensamento, David McLellan, Vozes, p. 54.
[ix] Era Karl Marx um satanista?, p. 47.
[x] Revista Defesa da Fé, Set/02.
[xi] Teologia Elementar , E. H. Bancroft, IBR, p. 20.
[xii] Revista Veja 19/12/03, p. 125.
[xiii] Teologia Elementar , E. H. Bancroft, IBR, p. 20.

(Fonte: http://desafioscristao.blogspot.com/2011/03/ateismo-insensatez-de-quem-nao-cre-em.html)

segunda-feira, 22 de agosto de 2011